quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE

Já há alguns anos iniciou-se uma tendência mundial dos investidores procurarem empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis para aplicar seus recursos.

Tais aplicações, denominadas “investimentos socialmente responsáveis” (“SRI”), consideram que empresas sustentáveis geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais. Essa demanda veio se fortalecendo ao longo do tempo e hoje é amplamente atendida por vários instrumentos financeiros no mercado internacional.

No Brasil, essa tendência já teve início e há expectativa de que ela cresça e se consolide rapidamente. Atentas a isso, a BM&FBOVESPA, em conjunto com várias instituições – ABRAPP, ANBIMA, APIMEC, IBGC, IFC, Instituto ETHOS e Ministério do Meio Ambiente – decidiram unir esforços para criar um índice de ações que seja um referencial para os investimentos socialmente responsáveis, o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial.

Nesse sentido, essas organizações formaram um Conselho Deliberativo presidido pela BM&FBOVESPA, que é o órgão responsável pelo desenvolvimento do ISE. Posteriormente, o Conselho passou a contar também com o PNUMA em sua composição. A Bolsa é responsável pelo cálculo e pela gestão técnica do índice.

O ISE tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial, e também atuar como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro.

Nota:
A Bolsa não se candidata para compor a carteira do ISE, mas irá responder o questionário de seleção. Conselho do Índice de Sustentabilidade Empresarial entende que é mais importante BM&FBOVESPA permanecer na presidência.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Porque uma empresa deve estar inserida no meio on-line?

Nome, produto, serviço oferecido, missão, valores, filosofia e todo o conceito que se deseja passar ao mercado. A identidade visual de uma empresa é o conjunto dos elementos que a representam visualmente. Basicamente, um conjunto de logotipo e cores, associado a palavras fortes e impactantes. Quem não reconhece, por exemplo, a marca da Coca Cola assim que a vê? Ou então, a da rede de lanchonetes do Mc Donalds?


"A verdade é que a junção de símbolos e cores torna um produto, marca ou serviço único e identificável", explica Daniel Galvão, diretor da Focus Soluções TI(www.focusnainternet.com.br), agência web com sede em Belo Horizonte. "O resultado da equação simplicidade impacto/força da marca é que faz as pessoas a gravarem e não a esquecerem mais."


Mas e com a evolução e adesão cada vez maior do público aos meios eletrônicos, ao meio on-line? Como fica a questão da identidade visual nesse tipo de veículo de comunicação? "O importante é não perder força", alerta Daniel. "E essa tarefa cabe aos web designers e designers de interfaces, que irão encaixar os símbolos, cores, formas e demais características daquela marca a um site e às demais vertentes digitais nas quais a empresa tenha interesse em estar presente."


O diretor da Focus explica que não é raro as empresas pecarem nessa "passagem" do meio impresso ao meio virtual, perdendo, com isso, os elos previamente criados com seus consumidores. E não há nada pior para um cliente que entrar em um site e não ter a certeza, a segurança, de que ele é realmente daquela empresa. "O problema é que, uma vez quebrado esse laço, o trabalho tem de ser recomeçado", explica. "E, muito mais que um prejuízo financeiro pelo retrabalho, a empresa tem prejuízos muito maiores no que diz respeito ao fortalecimento de sua marca, ou seja, no famoso branding."


Conteúdo


Ainda no meio on-line, não basta manter o site institucional alinhado com a identidade visual da empresa. Para Daniel Galvão, as empresas também devem estar atentas ao crescimento do uso das redes sociais (Facebook, Twitter e tantas outras). "É importante criar temas e perfis que tenham algo em comum com a identidade visual ou com a campanha que está sendo veiculada no momento", garante. "Basicamente, não adianta achar um papel de parede incrivelmente colorido e colocar de fundo no Twitter. É só pensar: no lugar do meu cliente, o que eu acharia disso? É preciso pensar nas mesmas cores usadas pela empresa, na logo, na mensagem que se quer realmente passar e para quem, além de analisar, constantemente, os efeitos que essa nova comunicação provoca. Que uma empresa precisa estar no meio on-line, precisa. Mas, não apenas por estar porque lhe dizem que é importante. Estar de maneira que realmente signifique uma vantagem para ela e para seus clientes", conclui Daniel

Adaptação Realizada com Matéria encontrada em www.administradores.com.br

quarta-feira, 31 de março de 2010

Gestão de links patrocinados turbina vendas de loja de videogames

O sul-matogrossense Abraão Salustiano é um exemplo de empresário que soube explorar os pontos fortes da internet para impulsionar seus negócios. Localizado em Campo Grande (MS), investiu no e-commerce e montou uma loja virtual, a Abraao Game Store, para comercializar jogos e acessórios para o Brasil inteiro. Aproveitou a interatividade da web para conquistar novos clientes, patrocinando e promovendo campeonatos online em que os jogadores localizados em qualquer lugar do país podiam disputar partidas entre si. E sempre investiu no marketing digital (banners, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, parceria com outros sites especializados) para divulgar sua loja. Resultado: em apenas seis anos, a Abraao Game Store, é uma das líderes de mercado no segmento de jogos on-line, com reputação elevadíssima entre seus clientes.

Salustiano monitora todas iniciativas de marketing por meio de um serviço de análise web (web analytics) que indica audiência do site, ações com maior retorno e preferências por um determinado produto de acordo com região. Dessa forma é possível direcionar as promoções e campeonatos para as regiões com maior interesse, aumentando o retorno dos investimentos.

Foi por meio da análise web que o empresário detectou o baixo rendimento das suas campanhas nos sites de busca. As 100 mil visitas/mês em seu site geravam apenas 500 contatos e para cada R$ 1.000,00 investidos em links patrocinados havia apenas 10 contados de retorno, ou seja, um gasto de R$ 100 para cada novo contato. Para reverter a situação, Abraão Salustiano procurou a ajuda de duas agências especializadas, mas ficou insatisfeito com ambas. “Com a primeira agência houve um aumento do número de visitas, mas tinha muitas dificuldades para me comunicar com eles”, afirma. “A única forma de contato era por chat e qualquer mudança no anúncio levava mais de uma semana para acontecer.

A segunda agência, mesmo ostentando certificação técnica do Google, obteve resultados piores que os iniciais. “Em vez de 10 passei a ter 5 contatos por dia com o mesmo volume de investimentos”, reclama Salustiano. Simplesmente copiaram o anúncio que eu utilizava e só consegui falar com eles quando me ligaram para saber por que eu havia cancelado o contrato.”

O problema só começou a ser efetivamente resolvido quando passamos a analisar a palavras-chave realmente capazes de gerar mais visitas ao site. “Fizemos uma limpeza, tirando palavras que geravam tráfego desqualificado e palavras negativas errôneas, substituindo por termos relevantes e relacionados aos produtos comercializados”, conta.

O passo seguinte foi readequar as campanhas e os anúncios. “Corrigimos informações e substituímos anúncios com baixo retorno por novos que usavam palavras-chave capazes de gerar mais visitas para o site.”

O resultado do trabalho foi um salto na audiência qualificada. De dez, o número de contatos provenientes da campanha de links patrocinados pulou para 250 por dia. A taxa de CTR (cliques por impressão, ou seja, a relação de pessoas que viram o anúncio da Abraao Game Store, e o clicou) passou de 1,25% para 50%. A posição média dos anúncios na página foi para as primeiras posições, o tempo médio de visitação subiu 42% e a taxa de rejeição baixou 27%. “Outro número impressionante foi o aumento da audiência dos anúncios em redes sociais como o Orkut. As impressões (visualizações) aumentaram de 18 para 115 mil!”, destaca Mayko Franceschi.

http://www.abraaogs.com.br/

terça-feira, 16 de março de 2010

Vendedor Irresistível

O cliente não compra produto, ele compra você como pessoa primeiro. Vender é uma habilidade e ninguém nasce com sabendo vender. Isso é uma habilidade que deve ser desenvolvida.

Fonte: www.alexandrebernado.com.br

segunda-feira, 15 de março de 2010

Oceano Azul

Pesquisa em Youtube com palavra-chave: Oceano Azul

sexta-feira, 12 de março de 2010

Vendas no varejo sobem 0,3% em fevereiro nos EUA

Setor teve expansão apesar da desaceleração dos automóveis.Resultado superou a alta de 0,1% de janeiro.

As vendas no varejo nos Estados Unidos registraram alta em fevereiro, apesar da desaceleração na demanda por automóveis, em meio aos problemas de recall da Toyota, e das tempestades de neve que atingiram a Costa Oeste do país. Segundo o Departamento de comércio, as vendas subiram 0,3% em fevereiro.
O resultado superou a alta de 0,1% de janeiro e a previsão dos economistas de queda de 0,3%. O dado de janeiro foi revisado em baixa, de aumento de 0,5% informado anteriormente. Já as vendas de eletrônicos dispararam 3,7%, em parte em consequência do campeonato de futebol americano.
O Departamento de Comércio informou ainda que, excluindo as vendas do setor de automóveis, as vendas nos demais setores do varejo subiram 0,8% em fevereiro. Economistas esperavam elevação de 0,1%. Em janeiro, as vendas no varejo excluindo automóveis subiram 0,5% (dado revisado da alta de 0,6% anunciada anteriormente). As vendas de automóveis e peças caíram 2% em fevereiro.
Já as vendas nos postos de combustíveis avançaram 0,3% em fevereiro. Excluindo as vendas de gasolina e de automóveis, as vendas nos demais setores do varejo avançaram 0,9% em fevereiro, o maior aumento em três meses.

Fonte: Globo News

quinta-feira, 11 de março de 2010

Anatel deve proibir aluguel de ponto extra da TV, dizem Idec e Procon

Em carta à agência, órgãos de defesa defendem proibição da cobrança do aluguel pelo ponto da TV paga e venda de decodificador no mercado.
Em carta enviada nesta quinta-feira (11/3) à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Fundação Procon-SP e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) pedem que a agência proíba, definitivamente, a cobrança do ponto extra de TV por assinatura bem como o aluguel do decodificador em todo o País.

No documento encaminhado ao Conselho Diretor da Anatel, os órgãos de defesa do consumidor também pedem que o Conselho Diretor da Anatel garanta a venda aberta dos decodificadores de TV paga no mercado por terceiros, "para evitar que o consumidor fique refém da operadora."

"A possibilidade de alugar o equipamento deve ser uma opção, não uma obrigação para quem quer um ponto adicional. Além disso, não pode haver alteração unilateral dos contratos, nos casos dos consumidores que, antes de toda a confusão, já tinham um ponto-extra e não era previsto aluguel do decodificador", explicam Procon-SP e Idec em um comunicado.

Na segunda-feita (8/3), a 6º Vara da Fazenda Pública de São Paulo concedeu uma liminar que determina que as operadoras não cobrem mais pelo ponto extra nos pacotes de TV por assinatura. A decisão, que resulta da Ação Civil Pública nº 053.10.005878-0 movida pela Fundação Procon-SP, prevê que as operadoras de TV paga cobrem apenas pela instalação do ponto extra, manutenção da rede e dos decodificadores.

Parecer diferente na Câmara
Já a Câmara dos Deputados tem um parecer diferente sobre o tema. Na quarta-feira (10/3), a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou um substitutivo ao Projeto de Lei que autoriza as operadoras a cobrarem pelos pontos extras de serviços de TV paga.

Em relação ao aluguel do decodificador, o projeto prevê que a cobrança está autorizada para a instalação de ponto extra e também para novas funcionalidades, além da aquisição do aparelho decodificador e/ou do aluguel do mesmo, caso a taxa exista.


Fonte: http://idgnow.uol.com.br/